
Trata-se de uma prática recente. Hoje as verrines chegam ao mercado brasileiro com força total. No passado eram comuns sobremesas clássicas servidas em taças, tais como o Coupe Jacques, Coupe Danmark, Pêche Melba, Coupe Romanoff entre outras. Embora muito bonitas e gostosas, eram sobremesas enormes e muito calóricas, quase sempre acompanhada por uma base de sorvete.

Além das verrines não apresentarem sorvetes em suas bases, o tamanho da sobremesa foi reduzido. Houve ganhos na diversificação das texturas e sabores.

-Frutas levemente caramelizadas (al dente) para preservar suas características. Diferente do passado quando utilizávamos frutas em compota (em calda).

-Mousses leves e com baixo teor de gordura, ao contrário do passado quando usávamos sorvetes.

Como as verrines são elaboradas em camadas, sugere-se para a melhor apreciação que se introduza a colher rente à lateral, verticalmente e indo até o fundo do copinho, com o objetivo de pegar um pouco de cada textura na mesma colherada. Desta forma, podemos unir os diferentes sabores e texturas de cada camada.
Fundamentalmente, as verrines chegaram para criar oportunidades de degustar uma ou mais de uma sobremesa, para fechar a refeição com chave de ouro. Isso faz com que o cliente recorde do estabelecimento antes de decidir onde vai almoçar ou jantar. Vale lembrar que uma pequena sobremesa como uma verrine não necessita custar os “olhos da cara”. Para quebrar a resistência, poderia ser oferecida como cortesia.

Trocamos o maior pelo melhor. É possível experimentar mais vezes e não ter uma sobremesa tão enjoativa. Por fim, fazemos com que o cliente conheça um pouco mais do trabalho do chef e das tendências atuais.
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muito legal da ate água na boca só de ver parabéns!
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